
Depois da chuva e do calor, agora vem o tempo frio. Eu pessoalmente prefiro, mas ainda assim sinto muito, mas muito frio mesmo! Sabe o que é dormir agasalhada, com meia, quatro mantas e ainda uma saca de água quente nos pés? Essa sou eu!



Já imaginou enfrentar o transito louco de São Paulo no lombo de um jegue? Uma viagem de trabalho para outro estado, junto com seus colegas de função, numa bela cavalgada? Essa seria a situação se hoje não tivéssemos os automóveis. Assim que foram inventados não eram como os temos hoje, lógico. Motores a vapor, três rodas e parecidos com carroças, assim foram os primeiros modelos. Carro popular? Nada disso, eram mais utilizados comercialmente. Produção em massa só veio a ser uma realidade em 1888.
Ah, como eles facilitam as pesquisas escolares, os cálculos que levariam horas, enviam mensagens tào rápido e ainda nos fornecem entretenimento. Se hoje temos computadores que cabem na nossa mão, saiba que estes são a evolução dos computadores que antes ocupavam toda uma sala! Muitos fios manejados em um grande painel e armazenagem de dados baseada no sistema nervoso central, essa era a máquina revolucionária que hoje, depois de muitas trasformações e com o surgimento da internet, nos daria um mundo de informações em um clique!
Já tomou banho de bacia? Dá trabalho pegar a água, aquecer e ainda transportar até o local onde você vai tomar seu banho. O chuveiro na verdade é um equipamento bem antigo, há ilustrações que comprovam sua existência no Egito e na Grécia! A água era fria ou aquecida separadamente. E as escovas de dentes, sabe como elas eram feitas? Na China, em 1498, foi usada a primeira escova de dentes. Suas cerdas eram feitas com pêlos de porco! Mais tarde surgiu a de cerdas de cavalo, e ainda foi encontrada uma feita de osso na Europa, que data de 300 anos atrás! Acho que todos concordarão comigo em pensar que as de hoje são infinitamente mais higiênicas!
O Paris japonica tem o maior genoma conhecido. Vegetal encontrado no Japão, possui o DNA 50 vezes maior que um humano. DNAs maiores necessitam de mais tempo para que as células os copiem para a divisão, demorando mais para completar seu ciclo de vida. Plantas com material genético gigante se adaptam menos à solos poluídos e pouco capazes de tolerar condições climáticas extremas, o que as faz correr mais risco de extinção.