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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Crônica Nerd #7: A Máquina - Compêndio
O mês de agosto ficou marcado com nossa primeira crônica ambientada no universo steampunk. Digo primeira porque o autor gosta bastante do estilo. Portanto, se você gostou da crônica, aguarde que daqui a um tempo aparece outra. Se não gostou, me dê mais uma chance quando alguma nova sair. Se ainda não leu ou gostaria de reler, aproveite os links abaixo e boa leitura!
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Crônica Nerd #7: Parte 4/4
[Leia a Parte 3]
Quando Estevão
Marques, presidente da Futuro Hoje sentou-se confortavelmente em sua mesa para
tomar o café da manhã naquele dia e pegou despreocupadamente o jornal diário,
quase engasgou com o que viu logo na primeira página.
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domingo, 31 de julho de 2011
Crônica Nerd #6: O Caminho Final - Compêndio
No mês de julho, os nerds puderam aproveitar a continuação de nossa última crônica, "A Fronteira Inicial", com toda uma temática futurista e espacial, mas passada em um planeta não tão diferente da Terra. Perdeu algum capítulo? Quer ler novamente? Então aproveite!
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sexta-feira, 29 de julho de 2011
Crônica Nerd #6: O Caminho Final - Parte 5/5
[Leia a Parte 4]
"Dowa, Dowa", disse o capitão Dúijan, agora apontando para mim, que tinha ficado completamente paralisada, observando os dois policiais desabarem. "Você foi uma menina muito malvada e desobedeceu minhas instruções. Você sabe qual é a pena para quem desobedece ao seu comandante?"
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Crônica Nerd #6: O Caminho Final - Parte 4/5
[Leia a Parte 3]
"Por Deus, garota! Você nunca assistiu a um bom filme?" disse Wissen Chaft, que estivera olhando não mais para a rocha, mas para mim, com a boca cada vez mais aberta, enquanto eu contava tudo o que tinha visto no meu sonho. "Você acabou com todo o suspense. Não é assim que as coisas funcionam: você tem que liberar as informações em doses homeopáticas".
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sexta-feira, 24 de junho de 2011
Crônica Nerd #5: A Fronteira Inicial - Parte 4/4
[Leia a Parte 3]
Engatinhei pelos dutos de ventilação atrás de Wissen Chaft, me guiando pelos sons que ele fazia no metal. De vez em quando passávamos por uma abertura, por onde eu conseguia ver alguma parte iluminada da nave. O povo de Nemico estava por todas as partes.
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sexta-feira, 10 de junho de 2011
Crônica Nerd #5: A Fronteira Inicial - Parte 2/4
[Leia a Parte 1]
Aquele devia ser o código mais complicado que eu já precisei decifrar, e olha que eu já tinha decifrado os mais diversos códigos coletados pela nave mãe, incluindo, mas não se limitando a: pedidos de socorro enviados pela tripulação de nossas naves investigativas, quando alguma coisa falhava ou quando encontravam uma forma de vida particularmente agressiva, ondas de rádio emitidas por sociedades alienígenas longínquas, contendo palavras em uma língua que eu não conhecia, assinadas por uma tal de "NASA", seja lá o que isso quisesse dizer, mensagens de congratulações, enviadas pela nave mãe, ou de felicitações por uma data especial, enviadas pela base planetária, em sua maioria contendo imagens fofinhas, mensagens de erro do sistema, pedindo que fosse contatado o administrador, entre outras.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Crônica Nerd #4: A Maior Batalha de Todos os Tempos - Parte 4/4
[Leia a Parte 3]
Os dias pareciam se estender no esconderijo subterrâneo. Cada dia era vivido de maneira a não se perceber se havia passado apenas um dia ou uma semana inteira. Cada momento era em busca de novas informações, de um lugar onde houvesse vida, de sons de sobrevivência.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Crônica Nerd #4: A Maior Batalha de Todos os Tempos - Parte 2/4
[Leia a Parte 1]
Quando abriu a porta, Túlio encontrou apenas uma rua deserta banhada pelo sol. Alguns carros estavam estacionados no decorrer da rua, mas nenhuma casa apresentava qualquer sinal de vida. Nem uma pessoa na janela, nem uma televisão ligada, nem ao menos um cachorro latindo, feliz por farejar uma pessoa.
Tentaram entrar nas casas de Pablo e Marcele, que eram em ruas próximas, mas não encontraram ninguém em lugar algum.
Finalmente, encontraram um supermercado aberto, apesar de não ter ninguém dentro. Mortos de fome, comeram o que encontraram que não estivesse com aparência podre. O lugar estava com alguns cartazes anunciando promoções de final de ano, mas nada que pudesse lhes dizer qual era a data corrente.
"Galera", começou Pablo, enquanto se servia de um sanduíche de pão de forma com maionese, "e se nós viemos parar em um futuro bem distante, onde já não existem mais humanos?" continuou, demontrando uma grande preocupação na voz. "E se a vida foi extinta em 25 de novembro de 2016 e nós, por pura coincidência, acabamos em algum lugar depois do apocalipse?"
Ninguém falou nada por algum tempo, até que, finalmente, Túlio encontrou o que falar:
"Eu não acredito que isso tenha acontecido", disse ele. "Acho que, se ocorresse uma grande extinção em massa, ela deixaria rastros, não é verdade?"
"Mas nós não encontramos nenhuma forma de vida animal até agora" disse Marcele. "Com certeza tem alguma coisa acontecendo, se todos os animais do mundo desapareceram".
"Não seja tão generalista", disse Túlio. "Nós só andamos três quarteirões e você já está cogitando que todos os animais do mundo sumiram?"
Mas eles continuaram andando por mais três quarteirões e não encontraram nada. Nem uma pessoa, nem um cachorro, apenas um pássaro que cantava alegremente em cima de uma árvore, e que fez Túlio dizer algo sobre como ele estava certo.
A verdade era que ele queria, mais do que qualquer coisa, saber o que estava acontecendo. Queria encontrar seus pais e dizer a eles tudo o que estava pensando naquele momento. Queria encontrar os pais de seus amigos e dizer que sentia muito por te-los levado para viajar no tempo durante mais de cinco anos. Queria encontrar qualquer ser humano que pudesse lhe esclarecer o que estava acontecendo.
Então, quando subiam uma ladeira, Túlio o viu. Decididamente, era um ser humano, e parecia ser um homem. Ele estava ajoelhado no quintal de uma casa, mexendo em alguma coisa com aparência viscosa.
"Vejam!" disse Túlio, apontando para o homem, e fazendo seus dois amigos pararem de súbito.
No entanto, Pablo e Marcele não foram os únicos a ouvir a voz de Túlio e se sobressaltar com ela. O homem também parou de mexer no que estava mexendo quando Túlio falou.
"Vamos perguntar a ele o que está acontecendo" continuou Túlio, feliz. "Ele com certeza vai saber de alguma coisa".
E já estava se dirigindo ao quintal da casa quando Pablo o agarrou pelo braço. Túlio olhou para o amigo sem entender nada e fez uma cara de incompreensão.
"Tux", disse ele, "eu não acho que seja uma boa ideia".
Túlio abriu a boca para falar, mas Pablo apontou para o local onde estava o homem. O homem estava, neste momento, tentando se levantar, e Túlio deu uma boa olhada no material aonde ele estava mexendo. Com certeza era algo bem viscoso. Estranhamente, parecia com um pedaço gigante de carne crua. Em um dos lados do monte de carne, Túlio pode ver o que ainda não tinha reparado: uma mão humana decepada. Aquilo o sobressaltou e Túlio, assustado, olhou para o homem que se virava para eles.
A boca estava cheia de sangue, com os dentes completamente expostos. O rosto coberto por hematomas. Um dos olhos fora arrancado, e o outro estava arregalado. Quando ele gritou, o som fez cada pelo do corpo de cada um dos três amigos se arrepiar, um ruído ainda mais assustador do que o som do tiranossauro. Diante deles estava a criatura mais anormalmente estranha que eles já tinham visto, e eles não teriam morrido, paralisados pelo medo, se, depois do som de um disparo, a cabeça do homem não tivesse explodido.
Parado a alguns metros de distância, segurando uma pistola de cano longo apontada para onde estava o homem sinistro, estava um outro homem, de aparência sadia, embora absurdamente branco. Foi então que os garotos o reconheceram. O cabelo estava maior, e a barba, sem aparar. As roupas de costume foram substituídas por um sobretudo castanho, mas não restavam dúvidas para nenhum dos três: haviam acabado de ser salvos pelo professor Eduardo "Snape" Pereira.
[Leia a Parte 3]
terça-feira, 3 de maio de 2011
Finalmente, a derrota veio...
Devido aos recentes acontecimentos, decidi ceder um espaço hoje para falarmos um pouco sobre um assunto, de fato, chocante.
Quando a vitória chega, ela não pede licença, já chega chegando e inundando os corações de todos os afetados com uma grande alegria, euforia, animação e agito que empolga e contagia a quem estiver por perto. No entanto, do outro lado da moeda, temos a derrota, que também não pede licença, e inunda os corações daqueles afetados com uma grande tristeza, culpa, arrependimento, desespero, e acaba contagiando aqueles que estiverem próximos, que logo tentarão consolar o coração abatido.
No domingo de manhã, quando as pessoas saíam de casa para fazer o que costumam fazer aos domingos, ou então não saíam, se é isso o que elas costumam fazer, elas não imaginavam a notícia que receberiam no mesmo domingo, à noite. Por isso, hoje vamos abrir um espacinho aqui no blog para falar um pouco desta terrível derrota que abalou uma certa parcela da população mundial, mas que também foi uma grande vitória e animou uma outra parcela.
Quando a vitória chega, ela não pede licença, já chega chegando e inundando os corações de todos os afetados com uma grande alegria, euforia, animação e agito que empolga e contagia a quem estiver por perto. No entanto, do outro lado da moeda, temos a derrota, que também não pede licença, e inunda os corações daqueles afetados com uma grande tristeza, culpa, arrependimento, desespero, e acaba contagiando aqueles que estiverem próximos, que logo tentarão consolar o coração abatido.
No domingo de manhã, quando as pessoas saíam de casa para fazer o que costumam fazer aos domingos, ou então não saíam, se é isso o que elas costumam fazer, elas não imaginavam a notícia que receberiam no mesmo domingo, à noite. Por isso, hoje vamos abrir um espacinho aqui no blog para falar um pouco desta terrível derrota que abalou uma certa parcela da população mundial, mas que também foi uma grande vitória e animou uma outra parcela.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Crônica Nerd #3: A Maior Viagem de Todos os Tempos - Parte 5/5
[Leia a Parte 4]
Túlio já estava se acostumando com a sensação de se sentir puxado para todos os lados, como se a gravidade existisse não só no centro, mas em cada canto do planeta, inclusive no ar. Ele sabia, é claro, que onde eles estavam não poderia ser dentro do planeta Terra. Ou talvez fosse, mas em outra dimensão. Quando pensou nisso, seu cérebro disse que ele estava louco, então ele parou.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Estudo indica que games violentos podem auxiliar ex-combatentes de guerra
Enviado por Felipe Demartini
em 09/03/11 - 17:09
Fonte: Baixaki Jogos
Um estudo online conduzido pela Grant MacEwan University, do Canadá, sugere que jogos violentos e que tem a guerra como tema podem ajudar soldados a dormirem melhor e lidar com pesadelos. A pesquisa foi feita com 98 militares, divididos em dois grupos: os “high gaming”, que jogavam diariamente, e os “low gamers”, que utilizavam apenas títulos casuais poucas vezes ao ano.
De acordo com Jayne Gackenbach, líder da pesquisa, jogos violentos funcionam como um “simulador de ameaça”. Isso permite que o cérebro trabalhe de maneira mais intensa com o stress e permite que os soldados lidem mais calmamente com situações de conflito. De acordo com ela, os militares envolvidos no estudo não tinham síndrome de stress pós-traumático diagnosticado.
O resultado é que os “high gaming” tiveram sonhos menos agressivos e lidaram melhor com os pesadelos. Já os pesadelos dos “low gamers” foram mais violentos, e os militares tiveram uma sensação de impotência. “Eles estão levando [consoles] para o campo de batalha e jogando o tempo todo. Aparentemente, há uma boa razão para deixá-los fazer isso”, concluiu Gackenbach.
Fonte: Baixaki Jogos
Um estudo online conduzido pela Grant MacEwan University, do Canadá, sugere que jogos violentos e que tem a guerra como tema podem ajudar soldados a dormirem melhor e lidar com pesadelos. A pesquisa foi feita com 98 militares, divididos em dois grupos: os “high gaming”, que jogavam diariamente, e os “low gamers”, que utilizavam apenas títulos casuais poucas vezes ao ano.
De acordo com Jayne Gackenbach, líder da pesquisa, jogos violentos funcionam como um “simulador de ameaça”. Isso permite que o cérebro trabalhe de maneira mais intensa com o stress e permite que os soldados lidem mais calmamente com situações de conflito. De acordo com ela, os militares envolvidos no estudo não tinham síndrome de stress pós-traumático diagnosticado.
O resultado é que os “high gaming” tiveram sonhos menos agressivos e lidaram melhor com os pesadelos. Já os pesadelos dos “low gamers” foram mais violentos, e os militares tiveram uma sensação de impotência. “Eles estão levando [consoles] para o campo de batalha e jogando o tempo todo. Aparentemente, há uma boa razão para deixá-los fazer isso”, concluiu Gackenbach.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Crônica Nerd #3: A Maior Viagem de Todos os Tempos - Parte 2/5
[Leia a Parte 1]
Eles estavam em um corredor iluminado por tochas, ladeado por várias portas quase idênticas à que eles tinham acabado de abrir. No final do corredor, era possível ver o começo de uma escada que subia em curva. A voz do homem parecia estar vindo do andar de cima.
"Então, vamos lá ver?" perguntou Túlio. Seus dois amigos pareceram hesitar, mas concordaram com a cabeça, e eles foram. À medida que se aproximavam da escada, podiam ouvir a voz do homem com cada vez mais clareza. Então, subiram a escada lentamente e, quando chegaram ao andar de cima, se encontraram em uma espécie de auditório. Várias pessoas estavam sentadas em cadeirinhas de ferro, viradas na direção de um homem não muito alto que andava de um lado para o outro e gesticulava animado enquanto discursava.
A partir de agora, para uma melhor experiência e aproveitamento do leitor, vamos incluir textos que, na história, foram faladas em línguas diferentes do português, mas que, aqui, serão simplesmente traduzidas e colocadas em uma fonte diferente.
"E enquanto vós estais aqui sentados confortavelmente, os Estados Confederados estão matando e usando escravos, como se fossem animais, ou coisa ainda pior do que animais. É por isso que eles merecem a guerra" dizia o homem de pé.
"Galera, eu acho que ele está falando em inglês" disse Pablo. "Mas não sei. Parece um inglês diferente. Só vi coisa parecida em games de RPG".
Os dois amigos tentaram prestar atenção no que o homem dizia, mas nenhum dos dois era tão bom em inglês quanto Pablo. Túlio sabia apenas o essencial para não se perder em meio a telas de erro e Marcele nunca se interessara realmente pela língua.
"Então? Estão todos prontos?" continuou o homem de pé. "Então, que se faça a guerra!" bradou, ao que foi respondido por um urro revoltado por parte de todas as outras pessoas que estavam no auditório, que se levantaram e viraram, prontos para partir.
O que aconteceu em seguida foi muito estranho: os homens que assistiam ao discurso viram os três amigos parados ali, de pé, olhando. Um deles gritou algo parecido com "Prisioneiros tentando escapar!", apontando para os três. O ministrador do discurso gritou algo como "Agarrem-nos!" e saiu correndo na frente, na direção deles, com uma arma parecida com uma espingarda muito antiga em punho. Em seguida, houve um alvoroço gigantesco quando todas as pessoas no recinto gritaram e começaram a se locomover na direção dos três.
Pablo puxou Marcele, que puxou Túlio, e os três começaram a correr em direção à sala em que estava o Raio Temporal. O homem da espingarda em seu encalço. Entrando na sala, Marcele perguntou:
"Legal, o que fazemos agora?"
"Em primeiro lugar, como nós viemos parar aqui? E que raio de lugar é esse?" dizia Túlio, afoito.
"Galera, eu acho que a gente fez uma viagem muito engraçada por aqui" disse Pablo.
Os dois amigos se viraram para ele, ambos exibindo expressões que deixavam muito claro que eles não tinham achado aquele nem um pouco engraçado, mas não tiveram a oportunidade de descobrir o que o amigo estava pensando, porque, naquele momento, o homem da espingarda, que, só então eles repararam, estava vestindo algum tipo de uniforme militar, com várias medalhas no peito, entrou na sala, dizendo:
"Então, vós achastes que poderíeis escapar de mansinho enquanto eu fazia meu discurso, não é verdade? Pois agora, por cima de seus cadáveres, o próprio Abe Lincoln vai me idolatrar, seus sulinos miseráveis" dizia ele.
Pablo, então, teve de pensar muito rápido, e se abismou como era incrível a capacidade do ser humano de raciocinar quando tem uma espingarda apontada para seu crânio. Olhando em volta, percebeu que o ratinho ainda estava ali, parado, com aparência assustada, e ainda com o colar de Marcele nas patas. Olhou na direção do Raio Temporal, que também estava ali, parado, pedindo para ser acionado. E foi exatamente isso o que Pablo fez. Quando os amigos do discursista chegaram na sala, não tinha mais ninguém lá dentro.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Imagem da semana #3: A guerra agora é aqui
Hoje é terça-feira e terça-feira é dia da imagem da semana! Como prometido, nem sempre teremos por aqui uma imagem bonitinha, engraçadinha ou alegrinha, mas também imagens, intrigantes, chocantes e até alarmantes. Devido aos recentes acontecimentos no Rio de Janeiro, a imagem desta semana não pode ser outra que não:
![]() |
| A guerra agora é aqui |
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Animais convocados para guerras humanas
Desde o príncipio dos tempos, a humanidade tem sofrido com as guerras. Sempre haverão desavenças, sejam entre irmãos ou nações inteiras e, quando estas desavenças explodem, explodem também as guerras. Os seres humanos, como únicos animais cuja habilidade racional é comprovada, tem buscado sempre combater com o melhor que podem. E o melhor que podem costuma inserir alguns animais de habilidade racional não comprovada. Confira, agora, uma lista com alguns animais já usados por humanos para propósitos militares.
Os mamíferos voadores tornaram-se parte de um experimento bizarro durante a Segunda Guerra Mundial. Um cirurgião-dentista americano propôs anexar minúsculas bombas incendiárias a morcegos. Dessa forma, as criaturas incendiariam as cidades japonesas quando voassem para alojarem-se nos telhados de edifícios. Mas a ideia fracassou logo após ter recebido aprovação do presidente Roosevelt. Muitos morcegos não cooperativos simplesmente caíram no chão como pedras ou voaram para longe, apesar do exército americano ter testado 6.000 mamíferos em seus experimentos. Ainda assim, as bombas morcego conseguiram atear fogo a uma aldeia simulada japonesa, um hangar do exército americano e um carro. Atualmente, os cientistas estudam como a mecânica de vôo do morcego poderia inspirar futuros modelos de aeronaves e robôs-espiões.
2. Camelos
Camelos foram muito utilizados no deserto árido ou regiões do Norte da África e do Oriente Médio durante os tempos antigos, dada a sua capacidade de sobreviver em condições duras e muitas vezes sem água. O cheiro dos camelos teria causado medo a cavalaria do inimigo, mesmo que eles não fossem tão úteis em um choque de tropas. Alguns povos equipavam seus camelos com armaduras, artilharia, etc. Mas eles não se saiam tão bem fora de seus limites naturais, onde os cavalos se tornaram os preferidos para montaria em batalhas. O papel de combate dos camelos diminuiu rapidamente com o desenvolvimento de armas de fogo em 1700 e 1800, mas ainda foi útil em algumas situações, como para as forças árabes durante a Primeira Guerra Mundial.
3. Abelhas
Abelhas e seus ferrões podem ser armas poderosas quando provocadas. Antigos gregos e romanos as usavam para deter tropas inimigas. Sitiantes catapultavam colméias sobre as paredes, e os defensores gregos retornavam o favor com uma barragem de urticária. Na Turquia, chegaram a enganar soldados romanos os enviando um tributo de mel tóxico, que os levaram a morte por subseqüentes vômitos. Uma utilização mais direta de abelhas furiosas ocorreu durante os cercos em castelos na Idade Média, bem como durante a Primeira Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã. Hoje em dia, os cientistas as usam através da capacitação dos insetos para detectar minas terrestres.
4. Leões Marinhos
Leões marinhos têm uma visão excelente mesmo com pouca luz, ouvem bem debaixo d’água, podem nadar a 40 km/h e fazem mergulhos repetidos de até 300 m. A marinha americana os treina para localizarem e marcarem minas. Os animais também podem anexar uma “perna” especial em mergulhadores humanos ou sabotadores, o que permite que os marinheiros transportem suspeitos para a superfície. Um cinto de segurança especial atado aos leões marinhos carrega câmeras de vídeo que fornecem uma visão do fundo do mar ao vivo.
5. Pombos
Os pombos estiveram presentes entregando mensagens durante a maior parte da história humana, por causa de suas habilidades de navegação que permite que eles voltem para casa depois de viajar centenas de quilômetros. E ganharam muita fama militar durante a Primeira Guerra Mundial, quando as forças aliadas usaram cerca de 200.000 deles. Um pombo chamado Cher Ami ganhou um prêmio francês pela entrega de 12 mensagens (sendo que a última foi entregue mesmo após o bicho ter sofrido ferimentos graves de bala) além de ter sido creditado por salvar um batalhão americano perdido que havia sido rendido por forças alemãs. Outro grupo de 32 pombos ganhou uma medalha britânica pela valentia durante a invasão do Dia D da Segunda Guerra Mundial, quando os soldados aliados fizeram silêncio no rádio e invocaram os pombos para transmitir mensagens. Hoje, por causa dos avanços tecnológicos em comunicação, os pombos se aposentaram do serviço militar.
6. Golfinhos
Os golfinhos têm servido ao lado de leões-marinhos na patrulha do mar desde 1960. Seu sistema sonar sofisticado pode ser usado para pesquisa de minas com base no conceito de ecolocalização. Um golfinho envia uma série de “cliques” que são refletidos pelos objetos e retornam para o golfinho, permitindo que eles obtenham uma imagem mental do objeto. Dessa forma, eles comunicam ao seu respectivo manipulador humano usando o mecanismo de resposta “sim ou não”. O manipulador acompanha a resposta, e pode, se receber um “sim”, enviar o golfinho para marcar o local do objeto com uma bóia. Essa habilidade de marcar minas foi útil tanto durante a Guerra do Golfo Pérsico quanto na Guerra do Iraque. Golfinhos também podem marcar nadadores inimigos, mas a marinha americana nega rumores sobre treinar golfinhos para usar armas contra humanos.
7. Elefantes
Os maiores mamíferos terrestres deixaram sua marca na guerra como criaturas capazes de devastar formações de tropas inimigas. Os elefantes podem atropelar os soldados, perfurá-los e até mesmo lançá-los para longe com suas trombas. Antigos reinos na Índia podem ter sido os primeiros a domar elefantes, mas essa prática logo se espalhou para os persas no Oriente Médio, gregos, cartagineses e romanos. Cavalos temem a visão e o cheiro dos elefantes, e soldados também tiveram que lidar com o terror psicológico de enfrentar os enormes animais. Ainda assim, os elefantes podem ficar loucos de medo ou dor após serem punidos, e o advento de canhões no campo de batalha acabou com seu papel em combates.
8. Mulas
Mulas têm desempenhado um papel crucial na guerra carregando alimentos, armas e outros suprimentos necessários pelos exércitos. Nascidas a partir do cruzamento de um burro com uma égua, eles se tornaram preferência para o transporte de cargas devido à sua maior resistência. Várias legiões e exércitos usaram mulas, e elas continuam a ser úteis até hoje, como nas forças especiais americanas, onde fuzileiros navais e soldados dependem dos animais para abastecer postos remotos nas montanhas do Afeganistão.
9. Cachorros
Cães participam de guerras há anos. As raças grandes serviram como cães de guerra no campo de batalha e como sentinelas de defesa para diversos povos. Os romanos equiparam alguns dos seus cães com coleiras perfurantes e armaduras, e os conquistadores espanhóis também utilizaram cães de ataque armados durante a invasão da América do Sul em 1500. A guerra moderna reduziu o papel de campo de batalha dos cachorros para mensageiros, farejadores, batedores e sentinelas. Os militares americanos e outros, mais recentemente, treinaram seus cães como farejadores e detectores para trabalhar no Iraque e no Afeganistão.
10. Cavalos
Talvez nenhum outro animal tenha desempenhado um papel tão grande na história da guerra como o cavalo. Os seres humanos os domesticaram muito tempo atrás, e sua propagação logo deu origem ao seu uso na guerra em grande escala. Os antigos egípcios e chineses usavam cavalos puxando charretes como plataformas estáveis para lutar, antes da invenção de uma sela eficaz. A estabilidade proporcionada pela combinação de sela e estribo permitiu que os mongóis lutassem de forma eficaz e disparassem flechas de cima dos cavalos, dando-lhes a mobilidade para conquistar a maior parte do mundo conhecido. A aparição estrondosa de cavalos em campos de batalha muitas vezes assinalou o começo do fim para as civilizações que não tinham semelhante montaria. A maior utilização de cavalos de combate não vacilou até a era da guerra moderna, quando os tanques e metralhadoras entraram na briga.
1. Morcegos
Os mamíferos voadores tornaram-se parte de um experimento bizarro durante a Segunda Guerra Mundial. Um cirurgião-dentista americano propôs anexar minúsculas bombas incendiárias a morcegos. Dessa forma, as criaturas incendiariam as cidades japonesas quando voassem para alojarem-se nos telhados de edifícios. Mas a ideia fracassou logo após ter recebido aprovação do presidente Roosevelt. Muitos morcegos não cooperativos simplesmente caíram no chão como pedras ou voaram para longe, apesar do exército americano ter testado 6.000 mamíferos em seus experimentos. Ainda assim, as bombas morcego conseguiram atear fogo a uma aldeia simulada japonesa, um hangar do exército americano e um carro. Atualmente, os cientistas estudam como a mecânica de vôo do morcego poderia inspirar futuros modelos de aeronaves e robôs-espiões.
2. Camelos
Camelos foram muito utilizados no deserto árido ou regiões do Norte da África e do Oriente Médio durante os tempos antigos, dada a sua capacidade de sobreviver em condições duras e muitas vezes sem água. O cheiro dos camelos teria causado medo a cavalaria do inimigo, mesmo que eles não fossem tão úteis em um choque de tropas. Alguns povos equipavam seus camelos com armaduras, artilharia, etc. Mas eles não se saiam tão bem fora de seus limites naturais, onde os cavalos se tornaram os preferidos para montaria em batalhas. O papel de combate dos camelos diminuiu rapidamente com o desenvolvimento de armas de fogo em 1700 e 1800, mas ainda foi útil em algumas situações, como para as forças árabes durante a Primeira Guerra Mundial.
3. Abelhas
Abelhas e seus ferrões podem ser armas poderosas quando provocadas. Antigos gregos e romanos as usavam para deter tropas inimigas. Sitiantes catapultavam colméias sobre as paredes, e os defensores gregos retornavam o favor com uma barragem de urticária. Na Turquia, chegaram a enganar soldados romanos os enviando um tributo de mel tóxico, que os levaram a morte por subseqüentes vômitos. Uma utilização mais direta de abelhas furiosas ocorreu durante os cercos em castelos na Idade Média, bem como durante a Primeira Guerra Mundial e a Guerra do Vietnã. Hoje em dia, os cientistas as usam através da capacitação dos insetos para detectar minas terrestres.
4. Leões Marinhos
Leões marinhos têm uma visão excelente mesmo com pouca luz, ouvem bem debaixo d’água, podem nadar a 40 km/h e fazem mergulhos repetidos de até 300 m. A marinha americana os treina para localizarem e marcarem minas. Os animais também podem anexar uma “perna” especial em mergulhadores humanos ou sabotadores, o que permite que os marinheiros transportem suspeitos para a superfície. Um cinto de segurança especial atado aos leões marinhos carrega câmeras de vídeo que fornecem uma visão do fundo do mar ao vivo.
5. Pombos
Os pombos estiveram presentes entregando mensagens durante a maior parte da história humana, por causa de suas habilidades de navegação que permite que eles voltem para casa depois de viajar centenas de quilômetros. E ganharam muita fama militar durante a Primeira Guerra Mundial, quando as forças aliadas usaram cerca de 200.000 deles. Um pombo chamado Cher Ami ganhou um prêmio francês pela entrega de 12 mensagens (sendo que a última foi entregue mesmo após o bicho ter sofrido ferimentos graves de bala) além de ter sido creditado por salvar um batalhão americano perdido que havia sido rendido por forças alemãs. Outro grupo de 32 pombos ganhou uma medalha britânica pela valentia durante a invasão do Dia D da Segunda Guerra Mundial, quando os soldados aliados fizeram silêncio no rádio e invocaram os pombos para transmitir mensagens. Hoje, por causa dos avanços tecnológicos em comunicação, os pombos se aposentaram do serviço militar.
6. Golfinhos
Os golfinhos têm servido ao lado de leões-marinhos na patrulha do mar desde 1960. Seu sistema sonar sofisticado pode ser usado para pesquisa de minas com base no conceito de ecolocalização. Um golfinho envia uma série de “cliques” que são refletidos pelos objetos e retornam para o golfinho, permitindo que eles obtenham uma imagem mental do objeto. Dessa forma, eles comunicam ao seu respectivo manipulador humano usando o mecanismo de resposta “sim ou não”. O manipulador acompanha a resposta, e pode, se receber um “sim”, enviar o golfinho para marcar o local do objeto com uma bóia. Essa habilidade de marcar minas foi útil tanto durante a Guerra do Golfo Pérsico quanto na Guerra do Iraque. Golfinhos também podem marcar nadadores inimigos, mas a marinha americana nega rumores sobre treinar golfinhos para usar armas contra humanos.
7. Elefantes
Os maiores mamíferos terrestres deixaram sua marca na guerra como criaturas capazes de devastar formações de tropas inimigas. Os elefantes podem atropelar os soldados, perfurá-los e até mesmo lançá-los para longe com suas trombas. Antigos reinos na Índia podem ter sido os primeiros a domar elefantes, mas essa prática logo se espalhou para os persas no Oriente Médio, gregos, cartagineses e romanos. Cavalos temem a visão e o cheiro dos elefantes, e soldados também tiveram que lidar com o terror psicológico de enfrentar os enormes animais. Ainda assim, os elefantes podem ficar loucos de medo ou dor após serem punidos, e o advento de canhões no campo de batalha acabou com seu papel em combates.
8. Mulas
Mulas têm desempenhado um papel crucial na guerra carregando alimentos, armas e outros suprimentos necessários pelos exércitos. Nascidas a partir do cruzamento de um burro com uma égua, eles se tornaram preferência para o transporte de cargas devido à sua maior resistência. Várias legiões e exércitos usaram mulas, e elas continuam a ser úteis até hoje, como nas forças especiais americanas, onde fuzileiros navais e soldados dependem dos animais para abastecer postos remotos nas montanhas do Afeganistão.
9. Cachorros
Cães participam de guerras há anos. As raças grandes serviram como cães de guerra no campo de batalha e como sentinelas de defesa para diversos povos. Os romanos equiparam alguns dos seus cães com coleiras perfurantes e armaduras, e os conquistadores espanhóis também utilizaram cães de ataque armados durante a invasão da América do Sul em 1500. A guerra moderna reduziu o papel de campo de batalha dos cachorros para mensageiros, farejadores, batedores e sentinelas. Os militares americanos e outros, mais recentemente, treinaram seus cães como farejadores e detectores para trabalhar no Iraque e no Afeganistão.
10. Cavalos
Talvez nenhum outro animal tenha desempenhado um papel tão grande na história da guerra como o cavalo. Os seres humanos os domesticaram muito tempo atrás, e sua propagação logo deu origem ao seu uso na guerra em grande escala. Os antigos egípcios e chineses usavam cavalos puxando charretes como plataformas estáveis para lutar, antes da invenção de uma sela eficaz. A estabilidade proporcionada pela combinação de sela e estribo permitiu que os mongóis lutassem de forma eficaz e disparassem flechas de cima dos cavalos, dando-lhes a mobilidade para conquistar a maior parte do mundo conhecido. A aparição estrondosa de cavalos em campos de batalha muitas vezes assinalou o começo do fim para as civilizações que não tinham semelhante montaria. A maior utilização de cavalos de combate não vacilou até a era da guerra moderna, quando os tanques e metralhadoras entraram na briga.
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