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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Crônica Nerd #7: A Máquina - Compêndio


 O mês de agosto ficou marcado com nossa primeira crônica ambientada no universo steampunk. Digo primeira porque o autor gosta bastante do estilo. Portanto, se você gostou da crônica, aguarde que daqui a um tempo aparece outra. Se não gostou, me dê mais uma chance quando alguma nova sair. Se ainda não leu ou gostaria de reler, aproveite os links abaixo e boa leitura!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Crônica Nerd #7: Parte 4/4


[Leia a Parte 3]


 Quando Estevão Marques, presidente da Futuro Hoje sentou-se confortavelmente em sua mesa para tomar o café da manhã naquele dia e pegou despreocupadamente o jornal diário, quase engasgou com o que viu logo na primeira página. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Crônica Nerd #7: A Máquina - Parte 3/4


[Leia a Parte 2]

 "Alfa 1, estou a caminho", disse a Ninja, começando a correr em direção à saída. "Alfa 3, quanto tempo você leva para chegar à entrada com a Máquina?"

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Crônica Nerd #7: A Máquina - Parte 2/4


[Leia a Parte 1]

 "Que bonitinho! Ele fala!", ouviu-se a voz do Destruidor pelo comunicador, fazendo com que a Ninja e o Matador quase caíssem onde estavam.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Crônica Nerd #7: A Máquina - Parte 1/4


 Já passavam das quatro da tarde quando, finalmente, o esquadrão Alfa da equipe Cosmos conseguiu adentrar a base secreta da empresa Futuro Hoje. A equipe Cosmos era uma gangue criminosa caracterizada por sua sede de tecnologia e controle. O esquadrão Alfa da equipe Cosmos era formada pelos três melhores mercenários conhecidos: Ademir, Malvina e Vagner, mais conhecidos como Matador, Ninja e Destruidor.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Mito ou verdade: HD também precisa de cooler?

Discos rígidos também são componentes que esquentam, mas será que um HD pode estragar por excesso de calor?

  • Por Jonathan D. Machado
  • 10 de Maio de 2011
  • Fonte: Tecmundo



  • (Fonte da imagem: SunbeamTech)

    O bom e velho HD (hard drive, ou disco rígido) é um dos componentes que fazem parte dos computadores pessoais desde que foram inventados. E não por acaso, já que ainda é o meio de armazenamento de dados com maior custo-benefício.
    E como todos os outros componentes ativos, HDs também produzem calor durante o funcionamento, sendo que esta temperatura varia conforme a carga de trabalho. Mas será que devemos mesmo utilizar coolers para tentar evitar este aquecimento?

    Por que esquentam?


    O desempenho e a capacidade dos HDs mudaram muito desde que foram inseridos no mercado de PCs, no início dos anos 80, mas a arquitetura continua a mesma: milhões de clusters magnéticos dispostos sobre discos de metais. O processo de ler/gravar bits é feito por cabeças de gravação que alteram a polaridade de cada um dos clusters, tudo controlado por circuitos lógicos.
    Um disco rígido possui muitas partes mecânicas que se movimentam, além dos discos que estão sempre girando a velocidades próximas de 7200rpm na maioria dos HDs comuns. Toda esta movimentação é a principal causa do calor gerado, além da placa lógica que também esquenta durante o funcionamento.
    Os fabricantes determinam que a temperatura segura de funcionamento de HDs fica entre 35 e 50 graus Celsius. É possível medir a temperatura de seus discos rígidos usando softwares como o HDD Temperature, ou mesmo apontando um termômetro diretamente para o hardware.

    Dissipando o calor


    Se seu HD estiver funcionando normalmente e bem parafusado ao gabinete, apenas o contato físico com a estrutura metálica pode ser o suficiente para dissipar o calor, permitindo que seu disco rígido trabalhe em temperaturas próximas do mínimo recomendado (35° C).
    Mas não é só com o HD que devemos nos preocupar. Mesmo que esteja dentro do recomendado, o calor gerado pelo disco rígido contribui para o aquecimento do computador como um todo, deixando a temperatura no interior do gabinete indesejavelmente maior. Neste caso, o uso de outros meios para arrefecer a máquina podem ser bem-vindos, mas com alguns detalhes.

    Cooler ativo



    (Fonte da imagem: SunbeamTech)

    Coolers com ventoinhas projetados especialmente para HDs podem ser facilmente encontrados em lojas de informática, com preços que variam entre R$ 10,00 até R$150,00. Estes componentes são fixados diretamente na parte inferior do disco rígido e podem baixar a temperatura em até 10°.
    Porém, este tipo de solução traz alguns malefícios. O primeiro é o excesso de umidade direcionado à placa lógica, já que as ventoinhas fazem o ar circular diretamente abaixo do HD, contribuindo com a corrosão. Isso é ainda mais problemático em cidades litorâneas.
    O segundo se dá pelo fato de que discos rígidos são extremamente sensíveis a vibrações, e podem ser danificados por ventoinhas que vibram em excesso (principalmente as mais baratas). Além disso, mais ventiladores em seu gabinete significa mais ruído.

    Cooler frontal do gabinete



    (Fonte da imagem: DVhardware)

    Uma forma prática e eficiente de esfriar o disco rígido é usando uma ventoinha instalada na parte frontal do gabinete. Em computadores bem projetados, esse fan (ventilador) não transmite vibrações pela máquina.
    Além disso, o mesmo cooler pode resfriar mais de um HD ao mesmo tempo sem soprar ar diretamente na placa lógica. Vale lembrar também que coolers de gabinete produzem menos ruído, já que são maiores e de baixa rotação.

    Cooler passivo



    (Fonte da imagem: Overclock3D)

    Assim como o cooler ativo, este componente é instalado diretamente no HD com o objetivo de resfria-lo, mas sem fazer o uso de nenhuma ventoinha. O arrefecimento fica por conta de dissipadores de metal presos diretamente na carcaça do hardware.
    O desempenho destes coolers é tão bom quanto o daqueles que usam ventiladores, são silenciosos e não precisam ser alimentados pela fonte. Em contrapartida, dissipadores passivos são grandes, obrigando que o HD esteja instalado na baia destinada ao CD-ROM, além de serem mais caros.

    Conclusão


    Em circunstâncias normais, em que seu disco rígido esteja bem preso ao gabinete e funcionando normalmente, não se faz necessário o uso de qualquer solução para a temperatura do HD, já que esta não chega a ser um problema.

    Agora, caso queira diminuir a temperatura de seu gabinete como um todo e aumentar a vida útil de seu hardware, instalar coolers adicionais pode sim ser uma boa ideia. O método a ser usado depende do quanto queira gastar e da disponibilidade de espaço em seu gabinete.

    Se for mesmo fazer o uso de coolers, prefira os sem ventiladores (passivos), já que são silenciosos, e principalmente, não oferecem riscos aos seus dados. Caso queira gastar menos, a ventoinha frontal do gabinete é a segunda melhor opção. Use coolers ativos instalados no HD somente em último caso.

    sexta-feira, 22 de abril de 2011

    Crônica Nerd #3: A Maior Viagem de Todos os Tempos - Parte 4/5


    [Leia a Parte 3]

     Quando Túlio encontrou o chão daquela vez, logo olhou em volta, à procura do discursista, ou mesmo do tiranossauro, mas os únicos animais que encontrou com o olhar foram Marcele, Pablo e Ratini. Não pôde deixar de notar, no entanto, que ainda estavam na clareira de uma floresta, embora diferente da floresta anterior. Se perguntou se ainda estavam no período pré histórico. No entanto, reconheceu algumas árvores ao seu redor como árvores tipicamente tropicais, como alguns coqueiros e palmeiras. Levantando-se do chão, olhou para Pablo, que estava de joelhos, olhando para uma Marcele quase deitada no chão. Abriu a boca para falar, mas o som que ouviu, sem dúvida alguma, não saiu de sua boca. Embora os três amigos não tenham entendido uma só palavra, ouviram uma multidão gritando algo como:

     "Glória a Nhanderuvuçú!"

     Olhando em volta, Túlio, Marcele e Pablo, agora os três de pé, viram uma grande multidão de humanos se curvando e fazendo reverências em volta deles. Cada vez mais humanos se aproximavam e se uniam a esta reverência. No entanto, duas caracterísitcas que todos eles tinham em comum era a pele avermelhada e o fato de que todos estavam quase ou totalmente nus.

     "Índios" disse Túlio a seus amigos, que concordaram, exibindo uma expressão de espanto no rosto.

     Foi então que um índio alto, usando várias penas na cabeça e um colar de pedras grandes se aproximou deles, por entre a multidão e, com uma grande reverência, começou a falar:

     "Oh, grande Nhanderuvuçú, que se fez homem, e seus companheiros, Jaci e Anhangá, seus semelhantes, nós os adoramos e bendizemos e vivemos esperando por esta visita desde que nos foi anunciado". Túlio, Marcele e Pablo não entenderam nada, mas também não falaram nada, então o índio de aparência importante continuou: "Por amor à tua obra, oh, grande Nhanderuvuçú, nós te pedimos que nos abençoe e aceite esta singela homenagem a ti".

     Quando o índio terminou de falar, uma jovem indiazinha, aparentando ter no máximo dez anos, se aproximou, trêmula, com um arco de madeira e uma aljava cheia de flechas em suas mãos, tentando não cair com os instrumentos em suas mãos. Ficando de frente para Túlio, ela se abaixou e estendeu a arma e a aljava na direção de Túlio.

     "Acho que eles querem que você pegue" disse Pablo.

     Túlio, então, se aproximou da criança e pegou os utensílios, vestindo a aljava em seu ombro. O arco, ele reparou, era completamente feito a mão e possuía diversos entalhes na madeira. Era o arco mais bonito que ele já tinha visto. No entanto, os índios continuaram ali, parados, em reverência aos três. Túlio, sem saber ao certo o que fazer, posicionou uma flecha no arco e, com pontaria certeira, atirou em um coco que estava em uma das árvores.

     "Glória a Nhanderuvuçú" repetiu a multidão de índios. "Que seu nome seja louvado por toda a terra em gratidão às bênçãos que nos tem dado".

     "Desde quando você sabe atirar com arco?" perguntou Pablo, em seu ouvido.

     "Desde o pior acampamento de verão da minha vida" respondeu Túlio. "Meus pais me forçaram a me separar do computador. Eu tinha só doze anos, aqueles cruéis. Pelo menos aprendi alguma coisa".

     Os índios, então se levantaram e começaram a dançar. O homem de aparência importante se aproximou ainda mais deles e disse:

     "Oh, grandes Nhanderuvuçú, Jaci e Anhangá, não sou digno de olhar para vós mesmo em forma humana, mas quero convida-los para participar da festa que daremos em vossa homenagem".

     Infelizmente, os três amigos continuaram sem entender nada. Túlio desejou ter um trio de peixes babel no bolso, mas lembrou-se que ninguém jamais encontrou nenhum exemplar na Terra.

     "Algum de vocês fala essa língua?" perguntou Túlio, olhando de Marcele para Pablo, mas os dois estavam balançando negativamente a cabeça.

     O índio de aparência importante, na verdade o cacique da tribo, começou a pensar coisas como a importância daquele acontecimento, o fato de como ele tinha sorte por ser o cacique exatamente no dia em que o povo celeste resolveu fazer uma visita a eles, como o resto do mundo pareceu escurecer diante da luz que precedeu sua chegada, como Anhangá parecia diferente do que ele imaginava, mas o fato de ele estar com um pequeno animal nas mãos só poderia representar seu poder sobre eles, como os aparatos que eles usavam eram estranhos, bem como suas peles multicoloridas, e como a língua celestial era bonita, apesar de sua total incapacidade de entender qualquer palavra que eles diziam. Neste instante, ele começou a se perguntar por que eles não se comunicavam em sua própria língua, como sempre fizeram nos contos, fábulas e sonhos.

     Enquanto isso, Túlio tentava decidir o que seria a coisa sensata a se fazer, visto que era pouco provável que eles conseguissem estabelecer uma boa comunicação verbal, Pablo tentava decidir se era sensato simplesmente puxar novamente a alavanca do Raio Temporal de Túlio e se mandar dali, e Marcele tentava decidir o que faria Aoi Karin, do anime DNA², se ela estivesse naquela situação. Ratini, por sua vez, pensava, com seu cérebro de rato, que todos aqueles humanos eram idiotas e que tudo o que ele queria era voltar para sua gaiolinha, onde ele teria um ataque de nervos se ninguém lhe desse comida.

     Passou-se algum tempo de silêncio, onde o cacique continuou ali, reverenciado seus supostos deuses, os três amigos permaneceram perdidos em seus pensamentos, e uma grande festa indígena acontecia ao redor. Finalmente, Marcele decidiu que a Karin tentaria voltar para seu tempo, já que, afinal de contas, a máquina do tempo a tinha levado para a época errada e claramente precisava de ajustes. Olhou para Pablo para se certificar de que o colar continuasse preso em sua mão, junto com Ratini, e foi na direção do Raio Temporal.

     "Maru-Chan, o que você tá fazen..." começou Túlio, mas foi simplesmente interrompido quando o vórtice começou a suga-lo novamente. O cacique, apavorado, saiu correndo na direção contrária. Não pôde deixar de se entristecer quando reparou que, no final das contas, os deuses não aceitaram participar da festa.

    [Leia a Parte 5]

    sexta-feira, 15 de abril de 2011

    Crônica Nerd #3: A Maior Viagem de Todos os Tempos - Parte 3/5


    [Leia a Parte 2]

     Eles sentiram novamente todas as sensações que haviam sentido com o primeiro tiro do Raio Temporal. Quando o mundo ao redor deles parou de girar, eles estavam na clareira de algum tipo de floresta, com um mato relativamente alto ao seu redor, e árvores muito peculiares completando o cenário.

     Quando Túlio se levantou, Pablo estava sentado em uma pedra. Enquanto Marcele se endireitava no chão, sentando-se com as pernas cruzadas, Pablo começou a falar:

     "Muito bem, galera. Acho que minha teoria estava certa" começou ele. Houve uma pausa dramática, ao que ele continuou: "Quando o Tux acionou seu Raio Temporal, o feixe de luz emitido realmente começou a manipular o tempo ao redor de Ratini," disse ele, mostrando o ratinho em uma de suas mãos, "mas, exatamente como no jogo aonde foi inspirado, o colar de Maru-Chan causou uma interferência na tecnologia do equipamento," agora, ele mostrava o colar do Chrono Trigger de Marcele "fazendo com que, ao invés de o tempo ser manipulado apenas em volta do ratinho, o tempo fosse manipulado ao redor de toda a área em que estávamos, criando, assim, um vórtice temporal para onde fomos sugados. Resumindo: nós viajamos no tempo".

     "Viajamos no tempo?" repetiu Marcele, trêmula.

     "Ratini?" perguntou Túlio, confuso.

     "Ele precisava de um nome, não é mesmo?" disse Pablo, olhando para o pequeno ratinho em sua mão, que parecia tonto e enjoado da viagem.

     "E precisava ser o nome de um pokémon?" disse Túlio, desdenhoso.

     "Não existe um pokémon chamado Ratini" retorquiu Pablo. "A menos que você esteja se referindo ao Dratini".

     "Eu acho um nome adorável" disse Marcele.

     "Magia!" gritou uma voz que já estava se tornando familiar. Só então eles perceberam que o Raio Temporal não havia sugado apenas os três, mas um quarto ser humano.

     O homem do discurso, aquele que havia tentado atirar neles anteriormente, estava se levantando, olhando assustado para eles. Sua expressão confusa, no entanto, não durou muito tempo, pois foi logo substituído por uma expressão de fúria.

     "Pois pior para vós" disse ele e, neste exato momento, eles sentiram um leve tremor no chão. "Abe Lincoln, de fato, me idolatrará por levar sulinos feiticeiros à fogueira" e houve outro tremor no chão.

     Enquanto o homem empunhava sua espingarda, houve mais um tremor. Ele abriu a boca para falar, mas não conseguiu falar nada porque, depois de mais um tremor, uma grande manada de animais muito estranhos passou correndo pelo espaço que separava o homem dos garotos. Enquanto os tremores se intensificavam, no entanto, um dos animais, percebendo o grupo de humanos ali, parou, olhou para eles e soltou um som que nenhum dos quatro jamais esqueceria, algo parecido com um rugido, mas muito mais gutural.

     "Ai, meu São Spielberg!" disse Pablo, reconhecendo o animal. Parado, na frente deles, estava nada menos do que um velociraptor.

     O homem do discurso pareceu não reconhecer o animal e continuou sua ladainha enquanto o ameaçava com a espingarda. O velociraptor, no entanto, parecia mais interessado em Túlio, Marcele e Pablo. Ele permaneceu olhando para os três, curioso, enquanto parecia tentar se decidir se valia a pena ataca-los, ainda que separado de seu grupo.

     E foi então que ele apareceu: o causador de todos aqueles tremores. Um animal monstruoso, gigantesco, e extremamente selvagem. Se eles acharam que o rugido do velociraptor era de gelar a espinha, é porque eles não sabiam que, segundos depois, estariam escutando o urro de um tiranossauro rex.

     "Mas o que é isso?" bradava o homem do discurso, brandindo sua espingarda. "O que são estes monstros horrendos, seus malditos feiticeiros? Exijo que os recolham já ou atirarei em vós!"

     Infelizmente para ele, ele não teve a chance de atirar neles, já que o tiranossauro, interessando-se de repente na pequena criatura que se remexia alegremente debaixo dele, decidiu que era hora do jantar e, abrindo sua enorme boca, curvou-se até que a fechou em volta do homem, deixando apenas seus membros para fora da boca imensa.

     Mais uma vez, Pablo abismou-se com sua capacidade de pensamento rápido pois, em apenas alguns segundos, ele correu para pegar a espingarda ainda na mão do homem, enquanto ele era levantado para as alturas, atirou no velociraptor pronto para atacar e correu para acionar o Raio Temporal, com Ratini e o colar em suas mãos.

     "Como você..." começou Marcele.

     "É incrível o que você aprende com os games" respondeu Pablo. "Vamos!" e acionou o Raio Temporal.

     Apenas uma fração de segundo antes de ser sugado pelo vórtice, no entanto, Túlio pensou ter visto alguma coisa no céu, atrás do tiranossauro rex. Sua imaginação, ele supôs, o fez pensar que havia visto um gigantesco par de mãos saindo das nuvens, mexendo em alguma coisa parecida com um braquiossauro de argila em tamanho real. Apenas sua imaginação, ele estava convicto.

    [Leia a Parte 4]


    segunda-feira, 11 de abril de 2011

    Seção da Nah #6: Modernidade




     Como é dirigir para casa depois de um dia todo em frente ao computador do trabalho, tomar um banho quente, jantar (mesmo que seja um prato congelado) e separar a roupa limpinha para o dia seguinte. Isso hoje, é claro. Já parou para pensar como eram as coisas antigamente, quando não exixtiam vários dos utensílios que tanto facilitam nossas vidas? Não?! Então conheça o antes e o depois de algumas dessas coisas.

    Automóveis

     Já imaginou enfrentar o transito louco de São Paulo no lombo de um jegue? Uma viagem de trabalho para outro estado, junto com seus colegas de função, numa bela cavalgada? Essa seria a situação se hoje não tivéssemos os automóveis. Assim que foram inventados não eram como os temos hoje, lógico. Motores a vapor, três rodas e parecidos com carroças, assim foram os primeiros modelos. Carro popular? Nada disso, eram mais utilizados comercialmente. Produção em massa só veio a ser uma realidade em 1888.

    Computadores

     Ah, como eles facilitam as pesquisas escolares, os cálculos que levariam horas, enviam mensagens tào rápido e ainda nos fornecem entretenimento. Se hoje temos computadores que cabem na nossa mão, saiba que estes são a evolução dos computadores que antes ocupavam toda uma sala! Muitos fios manejados em um grande painel e armazenagem de dados baseada no sistema nervoso central, essa era a máquina revolucionária que hoje, depois de muitas trasformações e com o surgimento da internet, nos daria um mundo de informações em um clique!

    Higiene

     Já tomou banho de bacia? Dá trabalho pegar a água, aquecer e ainda transportar até o local onde você vai tomar seu banho. O chuveiro na verdade é um equipamento bem antigo, há ilustrações que comprovam sua existência no Egito e na Grécia! A água era fria ou aquecida separadamente. E as escovas de dentes, sabe como elas eram feitas? Na China, em 1498, foi usada a primeira escova de dentes. Suas cerdas eram feitas com pêlos de porco! Mais tarde surgiu a de cerdas de cavalo, e ainda foi encontrada uma feita de osso na Europa, que data de 300 anos atrás! Acho que todos concordarão comigo em pensar que as de hoje são infinitamente mais higiênicas!

    Refrigeração

     Tem dia que a gente não tem tempo de preparar um prato mais elaborado, mas sempre tem uma carne de hamburguer em algum lugar do congelador e aí você prepara facilmente o almoço ou a janta. Imagine você ter que trocar o gelo sempre que ele derretesse para que seus mantimentos não estragassem? Bem era assim até o século XIX. As primeiras geladeiras domésticas só foram surgir em 1913, depois de muitos projetos que nem saíram do papel e alguns experimentos. 

    Lavadoras

     Foi o tempo das lavadeiras na beira do rio. Essa é uma máquina que só depois da popularização do motor elétrico se tornou realmente eficiente. Hoje há tantos fabricantes, abertura frontal e superior, batedor assim, batedor assado... E pensar que antes tinhamos que "calejar" os dedinhos!






     Deu pra notar a diferença que a modernização trouxe? Da Revolução Industrial até os tempos de hoje surgiram muitas invenções que nos auxiliam todos os dias e nós nem reparamos no esforço que teríamos de fazer sem elas. Mas não posso deixar de imaginar que daqui a alguns anos surgirão outras que substituirão as que nós conhecemos e estas se tornarão antiguidade. Boa semana!

    sexta-feira, 18 de março de 2011

    Crônica Nerd #2: A Maior Invenção de Todos os Tempos - Parte 3/4


    [Leia a Parte 2]

     Enfim chegou o sábado, dia em que nenhum dos três trabalhava ou tinha qualquer atividade acadêmica. E, tendo já passado pela semana de provas, eles tinham o dia inteiro livre para fazer o que quisessem.

     "Passa lá em casa" disse Pablo, na noite anterior, quando eles estavam saindo da faculdade.

     "Pô, é que eu já to quase terminando meu novo projeto" explicou Túlio.

     "Bom, se o Tux já tá quase terminando, então isso quer dizer que a gente já está prestes a saber o que exatamente ele está aprontando" disse Marcele.

     "Ah, mas é que eu consegui todos os instrumentos do Rock Band III emprestados. Vocês sabem como eu queria esse jogo" replicou Pablo.

     "Sabemos, senhor músico" zombou Marcele. "Vamos fazer assim, então: já que o Tux não quer ir, nós dois vamos e nos divertimos sozinhos".

     Túlio pensou que deveria ser assim que uma garota fazia quando tentava provocar "ciuminho" em alguém. Ora, até dois dias atrás, ele nem ao menos sabia o que era o amor e, ainda agora, achava que as sensações que tivera haviam sido provocadas unicamente pelo ferro de solda. Marcele, desde então, não demonstrou qualquer interesse afetivo pelo rapaz, o que só serviu para aumentar suas dúvidas.

     Enquanto pensava nisso, ia trabalhando, na garagem de sua casa, na parte do projeto que tinha levado do trabalho para lá. Ele quase podia ver Pablo e Marcele se divertindo com o Rock Band, quando, de repente, ela tropeçava em algum fio e caía nos braços de Pablo, exatamente como a Mulher Gavião faria com o Lanterna Verde. Rapidamente começou a pensar em alguma coisa amarela que pudesse usar contra Pablo.

     Enquanto isso, Pablo e Marcele estavam mesmo se divertindo jogando Rock Band. A garota tinha optado pela guitarra Fender, enquanto Pablo tocava no teclado. No canto da sala, esperando um terceiro jogador, havia uma bateria equipada, inclusive, com pratos. Eles tinham passado a tarde inteira jogando, e já estavam escolhendo a próxima música quando o telefone da casa de Pablo tocou.

     "Alô?" disse Pablo, atendendo ao telefone.

     "Terminei" disse a voz de Túlio, do outro lado da linha, desligando em seguida.

    [Leia a Parte 4]

    sexta-feira, 11 de março de 2011

    Crônica Nerd #2: A Maior Invenção de Todos os Tempos - Parte 2/4


    [Leia a Parte 1]

     No dia seguinte, Túlio levantou cedo, se arrumou e foi para o trabalho. Ele trabalhava em uma grande loja de informática, e era um dos responsáveis pela área de manutenção e reparos. Ele chegou cedo naquele dia, bem antes do seu horário, pois estava ansioso para continuar seu projeto.

     Túlio não se contentava em consertar computadores. Ele queria ser um grande inventor. Ali, na loja de informática, ele tinha peças sobressalentes o bastante para trabalhar em suas invenções. Some-se a isso o fato de que seu pai é um dos ricos e bem sucedidos donos de uma fábrica de robôs, e ele tinha mais peças do que o necessário para fazer seus projetos.

     Na garagem de sua casa, que tinha três vagas para carros, só cabiam dois, porque a outra vaga estava tomado por suas invenções. Uma delas, da qual ele é particularmente orgulhoso, é um trio de robôs musicistas, que lêem partituras através de uma câmera e tocam, cada um, guitarra, trompete e acordeon com uma precisão quase humana.

     Eram raras as vezes em que ele precisava parar para, de fato, consertar computadores, o que lhe dava bastante tempo livre para mexer com o que ele gosta. Ele estava particularmente entretido em uma solda quando ouviu uma voz feminina falar:

     "É aqui mesmo que consertam computadores?" dizia a voz, meio que rindo.

     Túlio já estava se preparando para dar uma resposta mal educada quando se virou e deu de cara com Marcele.

     "Maru-chan!" disse ele, surpreso. "O que a traz aqui?"

     "Nada. Só tava passando por aqui e resolvi vir falar com você".

     A loja onde Túlio trabalhava se chamava "Informatica.com", sem acento mesmo. O dono achava que um nome como esse poderia atrair mais clientes, por ser algo chamativo e amigável. De fato, a clientela era boa e, geralmente, fiel, mas Túlio achava aquele nome chamativo e deplorável. O espaço, no entanto, era bem legal: haviam várias prateleiras espalhadas pela loja espaçosa, cheias de computadores, laptops, netbooks e acessórios. Havia, também, uma seção dedicada aos games para PC (que, por sinal, era aonde Pablo gastava a maior parte do tempo em que estava ali). Ocupando quase toda a lateral esquerda, havia, ainda, um espaçoso balcão, onde ficava o caixa e algumas peças pequenas. Era ali, também, que havia a bancada de reparos e, portanto, onde Túlio ficava durante seu turno.

     "Então, esse é seu mirabolante projeto?" disse ela, olhando para um emaranhado de fios e peças metálicas que ela simplesmente não entendia como poderia ser alguma coisa.

     "Na verdade, essa é só uma parte do projeto. Eu já terminei uma parte, que está em casa. Agora estou trabalhando nessa e, quando terminar, vou conectar tudo".

     Toda vez que Túlio falava sobre seus projetos, seus olhos pareciam brilhar. Marcele achava isso fofinho, mas achava, também, que, se ela falasse isso, o garoto poderia se envergonhar e perder esse brilho.

     "E quando é que você vai contar no que exatamente você está trabalhando?" perguntou ela.

     "Maru-chan, você sabe que eu não gosto de contar essas coisas antes que elas estejam prontas. Você sabe..." disse ele e, abaixando a voz, continuou: "Alguém pode ouvir".

     "Claro, claro" ela limitou-se a responder. Achava essas teorias conspiracionais fascinantes, porém, ridículas.

     "Ora, não fique chateada. Eu sei que você gosta das minhas invenções, mas eu realmente prefiro não contar. Não vá embora por isso" disse Túlio.

     "Ora essa, Tux. É verdade que eu gosto das suas invenções, mas não é por isso que eu estou aqui, é porque eu gosto de passar o tempo com você" ela disse, sorrindo.

     Túlio não acreditava: ela estava apaixonada por ele! Já tinha lido muito sobre amor na internet, mas nunca teve a oportunidade de se envolver com alguém na vida real. Seu coração acelerava, sua respiração ficava escassa, seu rosto suava... É claro que ele estaria quebrando o primeiro mandamento de Sheldon ("Não terás qualquer tipo de contato afetivo ou amoroso, incluindo o coito, com ninguém"), mas a sensação era incrível! O calor ia tomando conta dele como ele jamais julgaria possível. E ainda, ele não sabia por que, mas o calor parecia começar na palma de sua mão e irradiar por todo o seu corpo. Ele estava realmente pensando nisso quando Marcele falou:

     "Não dói ficar com a mão no ferro de solda, não?"

     Ele olhou instintivamente para a mão. Em seguida, com um solavanco, removeu-a da fonte do calor, gritando. Se ele estivesse em um anime, rios brotariam de seus olhos, pensou ele.

     "Baka-Tux" disse Marcele, complementando com um risinho.

    [Leia a Parte 3]

    domingo, 27 de fevereiro de 2011

    O que Thomas Edison previu para 2011 há 100 anos?

    Um dos maiores gênios da ciência fez previsões sobre o nosso presente. Entenda porque ele é considerado um gênio até hoje.

    Por Renan Roesler Hamann em 31 de Janeiro de 2011
    Fonte: Baixaki

     Muitos dizem que ele é um dos maiores ladrões de ideias da história, outros afirmam que sua genialidade é superior a qualquer acusação. Independente disso, é inegável que Thomas Edison é um dos maiores nomes da ciência e tecnologia até hoje. Falecido em 1931, suas invenções ainda fazem parte de nosso cotidiano. E são de suma importância para a sociedade.

     Aquelas pequenas lâmpadas da sua casa (a menos que você seja uma pessoa econômica que utiliza lâmpadas fluorescentes) são baseadas em um invento de Edison. Edison também faz parte da sua vida a cada telefonema que dá, visto que o microfone de carvão é uma das 1093 patentes registradas em seu nome.

     Um dos fatos mais interessantes relacionados ao inventor e empresário de Ohio aconteceu em 1911, quando ele publicou um artigo com previsões para a tecnologia que existiria cem anos após aquele texto. Cem anos depois, aqui estamos. Será que essas previsões de Thomas Edison faziam sentido ou eram apenas delírios de um louco da ciência?

    Thomas Edison: um gênio
    Fonte da imagem: Wikimedia Commons

     

    Há cem anos...

     

     O texto foi publicado no jornal “The Miami Metropolis” e trazia cinco previsões sobre algumas das tecnologias da época e também sobre alguns materiais que nem eram imaginados pela grande maioria. Mas Edison não tinha as mesmas impressões do futuro. Não se sabe ao certo quais eram os métodos de estudo para que ele chegasse a essas conclusões, mas o que interessa é que elas são bastante intrigantes.

     

    Motor a vapor: o fim estava próximo

     

     Em 1911 o mundo estava vivendo o auge da segunda revolução industrial (aquela que levou os motores a vapor e as comidas enlatadas a um novo patamar no cotidiano mundial). Nesse período, todo o transporte era feito por trens e navios, o que significa que muito carvão mineral era utilizado para produzir vapor e girar os motores.

     Grande parte das pessoas pensava que aquela tecnologia seria eterna, mas Thomas Edison sabia que pensar dessa forma seria ingenuidade demais. Entusiasta da engenharia elétrica, em suas previsões Edison afirmou que os motores a vapor estavam com os dias contados, pelo menos em larga escala.

    Máquinas a vapor
    Fonte da imagem: Wikimedia Commons

     Não demorou para que isso fosse transformado em realidade. Já na década de 30 era possível ver vários trens que utilizavam os motores a diesel para combustão e locomoção. Outros meios de transporte surgiram e também dispensaram o uso do carvão em suas máquinas.

    Aviões: expansão dos voos comerciais

     

     Cinco anos depois do primeiro voo (realizado pelo brasileiro Santos Dumont), Thomas Edison já previa a evolução que os aviões teriam nos cem anos seguintes. É verdade que as aeronaves da época não davam dicas de como seriam hoje (talvez por isso estas afirmações sejam tão surpreendentes), mas Edison tinha visões claras.

     Ele disse que em 2011, o mundo veria os voos como algo natural e não existiria mais o deslumbramento sobre as tecnologias de aviação. Isso é mais do que fato em nossa cultura, os aviões estão cada vez mais seguros e mais acessíveis devido aos preços das passagens que deixaram de ser astronômicos.
     
    Voos comerciais cada dia mais comuns
    Fonte da imagem: Wikimedia Commons

     Outra previsão que ele fez com relação aos aviões refere-se às velocidades que elas poderiam atingir. Edison disse que “as naves poderiam flutuar e permitir que os viajantes tomassem café da manhã em Londres e almoçassem em Paris”. Mais um acerto, mas ao contrário dos 320 Km/h que ele previu, há aviões que podem voar com o dobro desta velocidade.

    Aço: lugar comum na construção civil


     Em 1911 era difícil encontrar construções pequenas que utilizassem o aço em sua estrutura. Alguns não viam necessidade em colocar vergalhões em suas residências, mas a grande maioria deixava a tecnologia de lado devido aos altos preços cobrados pelo material.

     Mesmo assim, Edison afirmava que no século seguinte seria possível encontrar o aço em todos os locais, desde os berços até as vigas-mestre das obras. É verdade que grande parte dos itens domésticos são criados com plástico ou madeira, mas o aço tem realmente a sua importância.

    Aço na construção civil
    Fonte da imagem: Wikimedia Commons

     Mas quando o assunto é estrutura, não há como dizer que Thomas Edison estava errado. Vergalhões de aço tornaram-se indispensáveis para a construção civil, até mesmo nas pequenas casas de alvenaria. Hoje, o aço custa cerca de 15% do que custava cem anos atrás e o consumo do material aumenta em média 3% ao ano. É, Edison tinha razão.
     

    Livro mágico: a enciclopédia em pedaços de níquel

     

     Imagine o seguinte produto: folhas de níquel tão finas que poderiam armazenar milhares de páginas com o mesmo espaço e peso de livros que armazenavam apenas algumas centenas. Assim era o livro mágico que Edison imaginou ter a capacidade de guardar toda a Enciclopédia Britânica (em apenas um livro).

    Aparelho da Barnes & Nobles
    Fonte da imagem: Barnes & Nobles

     Quando nós dissemos: “imagine um livro que poderia armazenar milhares de páginas”. Em que você pensou? Nós pensamos o mesmo: e-readers. Com um pequeno aparelho do tamanho de apenas um livro, centenas de obras podem ser armazenadas e lidas em qualquer lugar. Não são folhas de níquel, mas a capacidade é a mesma.

    Um único erro: desvalorização do ouro

     

     Edison afirmou ainda que o ouro, como pedra preciosa, estava com seus dias contados. Ele disse que a evolução da química seria tanta que o ouro seria fabricado em laboratório e de tão abundante, até a produção de bens simples utilizaria o metal. Em exemplos, Thomas Edison pensava que até carros seriam de ouro.

     A verdade é bem diferente. O ouro continua caro (cada dia mais caro, por sinal) e isso impede bastante a utilização dele como matéria prima para bens de consumo. O ouro até pode ser fabricado em laboratório, mas o valor para isso também o torna pouco possível.

    Edison e suas previsões certeiras
    Fonte da imagem: Wikimedia Commons

    quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

    Como limpar um celular

     Eis que, depois de tanto custo, você comprou aquele celular que tanto queria. E aí você não larga mais ele. E aí o que acontece? Exatamente: depois de um certo tempo de uso, o celular vai ficando cada vez mais sujo e engordurado. O negócio vai ficando cada vez mais nojento e, pasmem, pode conter mais bactérias do que uma tampa de privada, ou uma maçaneta de porta, ou mesmo um sapato usado.


     E é aí que suge a questão: como se limpa um telefone celular? Certamente que não é colocando-o dentro de uma máquina de lavar ou deixando de molho em um balde com água sanitária. Pensando nisso, separamos algumas dicas para você limpar seu telefone e deixa-lo como novo.


    1. Em primeiro lugar, desligue o aparelho. Depois que ele estiver desligado, remova a bateria.

    2. Umedeça um pano limpo em uma solução de álcool 70% (você encontra nas melhores farmácias) e passe suavemente na parte externa do aparelho, com exceção da tela. Tome o cuidado de não enxarcar o pano, permitindo que líquidos caiam dentro do aparelho ou na tela.

    3. Procure, em uma loja de informática, uma solução para limpar telas de gadgets. É bem fácil de encontrar nesse tipo de loja. Então, umedeça um pano limpo nesta solução, novamente sem exageros, e passe suavemente sobre a tela do telefone.

    4. Para remover o pó acumulado entre as teclas ou nas saídas de cabos, utilize uma escova (pode ser uma de dentes ou semelhante) seca para esfregar nestes lugares onde o pano não alcança. Se houver muita sujeira nas saídas de cabos, cole um pedaço de fita adesiva nestes lugares e retire em seguida. A maior parte da sujeira sai junto com a fita. Apenas tome o cuidado de não usar uma fita muito potente, pois elas podem deixar resíduos de adesivo e acabar sujando ainda mais.

    5. No dia a dia, utilize panos secos ou toalhas de papel para remover digitais e resíduos e procure nunca utilizar o telefone enquanto come, pois é nessa hora que ele mais se contamina e, além disso, pode mesmo passar as bactérias para a comida. Em alguns restaurantes, chega a ser proibido deixar o celular sobre a mesa justamente por causa disso.


     E é isso aí! Espero que tenham curtido essas dicas vindas diretamente do Movebla, o site especializado em aparelhos móveis e gadgets. Agora que você já sabe como limpar seu telefone celular, não precisa mais entrar em pânico quando vir aquela camada de sujeira e gordura se apoderar dele. Basta seguir nossas dicas e pronto: seu celular estará como novo.


    quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

    Cuidado com o Safari do iPhone!

     Eis que você, depois de muito custo, finalmente comprou seu tão desejado e sonhado iPhone. E aí, na primeira vez que você vai usar a internet com ele, você descobre um recurso muito interessante: algumas páginas, que são as páginas formatadas especialmente para o aparelho, tem suas barras de endereço ocultadas, tornando a visualização e, portanto, a navegação melhor.


     No entanto, este recurso, apesar de muito legal, abre uma brecha de segurança enorme para os crackers. Imagine que você está tentando acessar a página do seu banco pelo iPhone. Agora, imagine que algum cracker criou uma página exatamente igual à página do seu banco, com exceção, é claro, do endereço. Agora, imagine que a página do cracker está formatada para iPhone e que, logo no topo da página, ele incluiu uma imagem com a barra de endereços do Safari exibindo o endereço real do banco. Pronto! Prepare-se para ter suas senhas enviadas confortavelmente para o e-mail do cracker.


     Se não acredita, utilize seu iPhone para acessar a página de Nitesh Dhanjani. Como você pode ver, a URL que aparece é a do Bank of America. Um usuário desatento pode muito bem cair nesse golpe e aí, já sabe, né?


     Dhanjani disse, ainda, em seu blog, que alertou a Apple quanto a esta falha de segurança, mas a gigante respondeu dizendo que já está ciente do problema, mas não tem previsão de como nem quando irá corrigi-la. Enquanto isso, sempre que for visitar alguma página que precise de senhas, role-a até o topo para saber se existe alguma barra de endereços oculta. Ou, ainda, mude o tema do iPhone para um que mude a cor da barra de endereços do Safari. Estaremos de olho para qualquer novidade.


    quarta-feira, 24 de novembro de 2010

    Árvores com luz própria

     É isso mesmo que você leu: cientistas taiwaneses estão trabalhando na produção de um elemento que eles entitulam bio-LED, que nada mais são do que folhas de árvores (isso mesmo: folhas comuns de árvores comuns) que produzem luz própria. O que acontece é que são introduzidas nanopartículas de ouro nas árvores e isso faz com que a clorofila brilhe. E os benefícios para o meio ambiente não estão só na economia de luz: estas plantas especiais fazem mais fotossíntese do que as normais, o que significa menos carbono e mais oxigênio no ar.


     Estima-se que as árvores com bio-LED possam ser usadas para iluminar estradas e parques, substituindo os postes de luz. Os primeiros testes foram feitos com a bacopa caroliniana, muito usada na ornamentação de aquários, mas os cientistas estão estudando formas de implantar as partículas de ouro em outras biomoléculas.

    quarta-feira, 10 de novembro de 2010

    Você sabe como funciona um ventilador?

     Isso mesmo: um ventilador. Ah, mas peraí, Thiago! Isso não é um blog de nerds? Feito por um nerd? Para nerds? Calma! Antes de mudar para outra página, saiba que o funcionamento de um ventilador é bem mais complexo do que você imagina!


     Mas como complexo? É óbvio o que ele faz, certo? Resfria o ambiente através da circulação do ar, correto? Se você pensava assim, prepare-se para abrir a mente e saber: os ventiladores não resfriam, mas aquecem o ambiente!


     Parece conversa de maluco? Mas não é: é ciência pura. A sensação de refrescância que temos ao ligar o ventilador se dá pelo fato de que a circulação do ar faz o suor evaporar. Com a evaporação do suor, o corpo elimina o calor. Sendo assim, quanto maior a evaporação, mais o frescor. Isso é equivalente a dizer que o ventilador refresca o corpo porque rouba o calor dele. E quanto mais rápido isso acontece, maior a sensação de frescor. Agora entendeu por que as velocidades maiores refrescam mais, certo?


    terça-feira, 9 de novembro de 2010

    Um computador menor ainda

     Quando se fala em computador em miniatura, o que a maioria das pessoas pensa é nisso:


     Algum tempo atrás, você aprendeu, neste artigo, que, quando alguém falar em computador em miniatura, você deveria pensar nisso:


     Mas, agora, quando alguém falar em computador em miniatura, se seu cérebro não entrar em parafuso, o que queremos que você pense a partir de agora é nisso:






     Conheça o Jack PC, o novo computador da empresa Chip Technologies. Ele mede apenas 6.96 x 11.4 x 3.95cm e pesa apenas 350g. Se você acha que ele tem alguma semelhança com uma tomada, saiba que está absolutamente certo já que o pequeno pode ser encaixado facilmente em uma entrada de tomada convencional.





     E se você está pensando na capacidade do pequeno Jack, saiba que ele conta com um processador de 1,2 Ghz, memória flash de até 128 Mb interna, entrada para até dois monitores, placa de som e quatro USBs, que podem ser usadas para teclados, mouses, HDs, ou qualquer outro dispositivo de conexão USB. Além disso, é extremamente ecológico, já que consome no máximo 5 watts em modo ligado e apenas 0.35 watts em modo stand by.


    segunda-feira, 8 de novembro de 2010

    Mitos tecnológicos do Japão: o que é verdade e mentira?

    Robôs por todos os lados? Gadgets complicados na mão das crianças? Conheça os mitos e verdades sobre a tecnologia no cotidiano japonês.

    Por Beatriz Portella Smaal
    Fonte: Baixaki

    Bandeira japonesa

     Pense na seguinte cena: você está passeando tranquilamente por um ponto turístico brasileiro quando, de repente, se depara com uma pessoa com uma “super-hiper-mega máquina fotográfica”, capturando as mais diversas cenas com a família. Sinceramente: esta pessoa tinha olhinhos puxados ou não?

     Quando falamos da cultura japonesa, a tecnologia é parte fundamental da conversa, seja devido às últimas novidades que saíram no mercado (claro, que são vendidas primeiramente por lá), robôs que imitam a face humana ou outras informações que circulam no mundo sobre as novas tecnologias que aparecem por ali.

     Porém, assim como o cidadão que está tirando fotos com a família pode muito bem ser um bom e velho brasileiro em férias, o Japão também não é necessariamente o país “cercado de tecnologia por todos os lados”.
     
    Imagem por satélite do Japão
    Fonte da Imagem: WikiCommons

     Para desmistificar as principais ideias que nós, brasileiros (e boa parte do mundo) temos sobre o Japão e o cotidiano da tecnologia, o Baixaki conversou com uma turma que já esteve (e ainda está) na terra dos olhos puxados e que conta, com detalhes, que as coisas não são exatamente como imaginamos por aqui.



    Um robô em cada esquina



     A primeira conversa que já cai por terra é a aquela em que os robôs estão em todos os lados, recepcionando você em grandes corporações ou abrindo as portas de hotéis e shoppings das redondezas.

     Esqueça essa ideia. De acordo com Diogo e Michele Tsuneta, que moram em uma pequena cidade japonesa, robôs, só em exposições. Portanto, nem pense em ir para lá ver um grande robô do tamanho da estátua da liberdade cumprimentando você na chegada, ou lutas muito doidas entre robôs de filmes de ficção no meio da rua, porque isso não vai acontecer.



    Internet discada nunca mais



     Se os robôs não atendem às nossas expectativas, a internet é outra conversa. No Japão, a velocidade da banda larga de fibra ótica para pessoas físicas chega a 200 MB, o que é uma ótima pedida se considerarmos que grande parte da população por aqui paga uma pequena fortuna por apenas 1 MB de conexão.

     Entretanto, diferente daqui, o que mais se usa para acesso à web são os smartphones. Janaina Tazoniero, que morou em Chiba (cidade metropolitana de Tóquio) em 2009, comenta que o laptop era usado apenas para acessos rápidos, conectado por apenas poucas horas. Isso porque, apesar da internet ser rápida, a energia elétrica é cara, ou seja, não pode ser gasta à toa.

     Em relação aos pontos Wi-Fi das cidades, a grande maioria está em restaurantes, redes de fast-foods ou cafés, assim como no Brasil. E, claro, a grande maioria não é aberta a todos, sendo necessário que você possua a senha para acessar qualquer conteúdo.

    Celulares para outras funções

     Outra ideia que temos em relação ao Japão em termos tecnológicos é que toda a população está conectada por todos os lados com outros, seja por meio de celulares, computadores, tablets e muito mais.

     De acordo com Janaina Tazoniero, “os eletrônicos, quando não recém-lançados e nem importados dos EUA, são baratos. MP3s e celulares são brindes comuns de compras e promoções”.


     O celular é equipamento indispensável para quem mora no Japão, porém os aparelhos não são recheados de aparatos como os daqui, com jogos, aplicativos e muito mais. A grande maioria da população utiliza celulares mais simples, principalmente para a troca de mensagens, atendendo à necessidade de forma diferente.

     Janaina comenta que “Celulares são usados principalmente para mensagem de texto e e-mails, não para falar. Em trens e metrôs, é proibido toque alto de celular próximo de assentos especiais, e as pessoas respeitam isso. Além de não conversarem dentro dos trens, por privacidade e respeito ao próximo. Não cheguei a ouvir nenhuma vez toque de celular (a não ser de estrangeiros) e som alto”.

    Compre você seu eletrônico



     Não é à toa que muitos descendentes que vivem no Brasil vão para lá em busca de uma melhor condição de vida, pois ganha-se bem. Entretanto, o custo de vida é alto, ainda mais quando se mora em grandes centros como Tóquio.

     Em se tratando de eletrônicos, porém, as promoções aparecem a todo o momento, “além de ajuda do governo para a compra de novos equipamentos ecológicos”, afirma Michele. A grande maioria das cidades traz três opções de lojas de departamento, onde cada andar é dividido por equipamentos eletrônicos (primeiro andar: computadores; segundo andar: câmeras digitais e assim por diante).

     O Baixaki perguntou para os colaboradores se algum deles já havia passeado por “Akibahara”, também conhecida como a “Meca” dos eletrônicos. Somente a Janaina conhecia em detalhes o local, porém ela comentou que ali é um bom lugar apenas para quem procura por partes aleatórias de produtos, por exemplo, para montar seu próprio computador. 
     


     A coisa mais legal para quem recebe aparelhos eletrônicos “atrasados” por aqui, entretanto, é a rapidez com que qualquer lançamento chega ao consumidor final. Por ser um dos maiores fornecedores de tecnologia do mundo, os produtos são lançados rapidamente (como as televisões 3D, conta Michele).

     O fato é que nós, brasileiros, somos muito mais ligados aos lançamentos dos Estados Unidos do que ao que acontece no Japão, principalmente por causa da diferença de idiomas. Mas mesmo assim, não estamos fora dos lançamentos em televisões e outros, afirmam os que colaboraram neste artigo.

    O cotidiano no Japão



     Ok, não existem robôs preparados para cumprimentar você e os eletrônicos vivem em promoção, mas e a tecnologia no melhor estilo do desenho “Os Jetsons”, nem no Japão? Segundo Janaína, a tecnologia está ali principalmente para auxiliar as pessoas: “Em supermercados existem os caixas de pagamento automático - você passa o código dos produtos e paga com o cartão, sozinho, sem atendente (...) os elevadores são super-rápidos e possuem sempre botões baixos para deficientes físicos. Existem dicionários eletrônicos (como minicomputadores) e vários formatos de mp3 players e câmeras.”
     
    Banheiro que monitora a saúde dos usuários
    Fonte da Imagem: Ubergizmo

     Ela continua, comentando que “Em casa, aparelhos eletrônicos ajudam em várias funções, como painel digital para esquentar a água do banheiro, a temperatura da casa, as luzes, ligar e desligar o fogão. O vaso sanitário é totalmente eletrônico, abre a tampa quando você entra, esquenta o assento e traz botões com desenhos, inclusive para emergências”. É uma boa pedida ou não, hein, Jetsons?!

    As máquinas de comida



     Outra “lenda urbana” que circula pelo mundo é que o Japão possui máquinas automáticas que vendem, literalmente, qualquer coisa, com uma em cada esquina. Michele comenta que existem até mesmo aquelas que vendem cachorro-quente, além de bananas, café gelado, salgadinhos e muito mais, mesmo em locais mais afastados.

     É nos grandes centros que você encontra as máquinas mais diferentes, explica Janaina. Enquanto em algumas esquinas as máquinas estão separadas em alimentos frios e quentes (sim, você tira um café fervendo da máquina), em outros existem opções ainda mais inusitadas.
     
    Máquina para a venda de sorvetes
    Fonte da Imagem: Corpse Reviver

     Janaina conta que, em frente a um templo em Kyoto, comprou em uma máquina um pote com o macarrão instantâneo e, ali mesmo você adicionava água quente para cozinhar o alimento na hora. Até mesmo comida frita, como frango empanado e batatas fritas aparecem em máquinas pela cidade, para que os mais corajosos se aventurem naquele almoço rápido.

    Criança é criança!



     Diferente da evolução que vemos por aqui, crianças japonesas são “crianças” no sentido estrito da palavra, até aproximadamente os 13 anos. Isso porque, conta Michele, “as crianças passam muito tempo na escola e, em suas férias, a escola promove muito o esporte, além de outras atividades artísticas e culturais”.

     Porém, Diogo afirma que a unanimidade fica por conta do Nintendo DS, uma febre na terra do Sol Nascente. Então, nada do PSP tomar conta das terras de lá, afinal, quem manda no Japão é a Nintendo, pelo menos na visão dos pequenos.

    Nem tão diferente assim



     Como você pode ver, nem tudo é o que parece ser, principalmente quando se tratam de conhecimentos gerais, mais ligados ao senso comum. Enquanto muitas pessoas acreditam que os robôs são unanimidade no Japão (da mesma forma que no Brasil só tem floresta), a realidade é muito mais interessante e plausível do que se imagina.
     
    Músicos de rua que fazem propaganda para estabelecimentos comerciais
    Fonte da Imagem: WikiCommons

     Portanto, se você acha que o Japão é outro mundo, pode ficar sossegado, uma vez que a tecnologia continua andando nos mesmos passos da globalização e, principalmente, da internet. Se um computador completo com 57 mil opções de configuração e 300 placas de vídeo aparecer por aí, o mundo inteiro vai saber!

     De certo, vale a pena comentar que, apesar das diferenças e da distância, não somos pessoas tão opostas assim, apenas contamos com costumes e situações sociais diferentes. Além disso, nem sempre o japonês do seu lado é um maluco por tecnologia que possui todos os lançamentos do mundo, certo?!

    quarta-feira, 27 de outubro de 2010

    20 mitos sobre computadores

     No mundo da informática é comum aparecerem certos boatos que tendem a se tornar realidade na cabeça dos usuários. Mitos sobre computadores não faltam e vão de coisas banais a perigos reais. Confira, agora, uma lista com 20 mitos sobre computadores. É mito ou é verdade?


    1. Faz mal ao computador ter ímãs colados no gabinete: Verdadeiro.

     Imãs no gabinete podem acabar afetando o HD, onde os dados são gravados magneticamente. Na verdade esse é o maior problema dos imãs.

    2. Empurrar a bandeja do cd com o dedo para inseri-lo é prejudicial ao equipamento: Meio falso.

     Em 99,9% dos casos nada irá acontecer se você empurrar com uma força normal. Mas vale lembrar que, se tem um botão especificamente para isso, é porque o ideal é que você deixe a máquina se entender com ela mesma. Força excessiva pode prejudicar o motor e as engrenagens.


    3. Água ou café derramada sobre o teclado pode arruinar seu funcionamento: Verdadeiro.
     Qualquer líquido derramado pode estragar as trilhas metalizadas que ficam embaixo das teclas, criar um curto-circuito e queimar.

    4. É necessário ter espaço entre o monitor e a parede atrás dele: Falso.
     Monitor não é geladeira. O ambiente em geral deve estar ventilado, mas não é indispensável que seja muita a distância. É muito pior ter outro monitor atrás (como acontece em muitos escritórios) porque pode haver o risco de ter interferências entre os dois monitores.

    5. Quando o computador passa a noite toda ligado, convém desligar e tornar a ligar: Meio falso.
     Pode seguir ligado sem problema algum. Ainda que pareça o contrário e dê vontade de desligá-lo um momento para que descanse, seguindo a lógica humana, o HD dura muito mais se permanecer ligado e não sendo o tempo todo ligado e desligado. Por uma questão de economia de energia, não convém deixar ligado por vários dias, mas se não levarmos em conta o fator do aquecimento global seria muito melhor para o PC nunca desligá-lo. Eles foram criados para isso. No entanto, PCs mais antigos, de baixa capacidade, tendem a ficar mais lentos, devido à quantidade de memória RAM usada. Nesse caso, o melhor é só reinicia-lo, e não desliga-lo de verdade.

    6. O computador gasta mais energia ao ser ligado do que em várias horas de uso: Falso.
     Ao ligar não consome tanto como para superar as horas de funcionamento. Ao desligar poupa-se energia e, se permanecer ligado, gasta, como qualquer eletrodoméstico.

    7. Faz mal ao computador ter algum celular por perto: Falso.
     O único problema que você pode ter ao deixar o aparelho próximo ao PC é causar um ruído nas caixas de som, provocado pela interferência de uma chamada.

    8. Depois de desligar o computador é melhor deixá-lo descansar alguns segundos antes de voltar a ligar: Verdadeiro.
     É recomendável esperar, no mínimo, dez segundos antes de voltar a ligá-lo, para permitir que os componentes mecânicos atinjam o estado de repouso total antes de serem forçados a ligar novamente.

    9. Mover a CPU quando o computador está ligado pode queimar o HD: Falso.
     A força centrífuga com que gira o HD é tanta que não acontece nada ao se mover a CPU. Muito menos em se tratando de um notebook, porque eles foram feitos para isso. Mas é lógico que você não vai sair por aí dando socos e pontapés no equipamento, né?

    10. Pelo bem do monitor, é conveniente usar protetor de tela quando não está em uso: Meio verdadeiro.
     O mecanismo do protetor de tela faz com que o desgaste das cores da tela seja uniforme. Ao renovar as imagens constantemente, não se gasta sempre num mesmo lugar. Mas essa regra só é válida para os antigos monitores CRT, os de tubo. Monitores de LCD não terão qualquer problema mesmo exibindo a mesma imagem continuamente.

    11. Quando há chuva forte, é necessário tirar o plugue do computador da tomada: Verdadeiro.
     Este é um procedimento que deveria ser adotado como uma obrigação no caso de uma chuva muito forte, com muitos raios e trovões. Da mesma forma, é aconselhável remover os cabos de telefone, alimentação do modem e de rede, para que não queimem com a descarga de raios. Esta regra só não é realmente necessária para aqueles que moram em uma casa ou edifício dotado de um sistema de pára-raios.

    12. Não é conveniente olhar a luz vermelha que fica embaixo do mouse ótico: Verdadeiro.
     Pode até não deixar ninguém cego, mas é uma luz bastante forte que pode sim fazer mal à retina.

    13. Nos notebooks deve-se acoplar primeiro o cabo de eletricidade à máquina e somente depois esse cabo a tomada: Falso.
     Tanto faz. Quase todos os equipamentos portáteis atuais têm proteção de curto-circuito e são multivoltagem, podendo ser ligados em tensões de 90 a 240 volts, pelo que são sumamente estáveis.

    14. Ao desligar o computador convém também desligar o monitor: Falso.
     Outra vez, tanto faz. Ao desligar a CPU, o monitor fica num estado em que consome muito pouca energia (pouco mais que 1W) e não sofre desgaste algum. A decisão termina sendo em função da economia, ainda que o consumo seja realmente mínimo.

    15. Não se deve colocar cds, disquetes ou qualquer outro elemento sobre o gabinete: Falso.
     Lógico, nada do que é colocado sobre a CPU pode ser afetado ou avariado, a não ser que seja algo úmido e possa acabar molhando o equipamento.

    16. O computador nunca deve ficar ao sol: Verdadeiro.
     Se ele esquentar mais do que o habitual, sua vida útil tende a decrescer. Por isso nunca é boa ideia instalar o PC próximo a janelas onde bate o sol.

    17. Se mais de 80% do HD estiver ocupado, a máquina se torna mais lenta: Verdadeiro.
     Sempre é uma questão de porcentagem. Por mais que se tenha 20 ou 200 Gb livres, se forem menos de 20% da capacidade do disco, o funcionamento do computador será mais lento.

    18. Não se deve tirar o pen drive sem avisar à máquina: Verdadeiro.
     Deve ser selecionada a opção ‘Retirar hardware com segurança’ antes de retirá-lo. Caso contrário, corre-se o risco de queimar a memória do USB.

    19. Ter o desktop cheio de ícones deixa o computador mais lento: Verdadeiro.
     Não importa se são ícones de programas ou arquivos. O que acontece é que a placa de vídeo do computador renova constantemente a informação apresentada na tela, e quanto mais ícones, mais tempo.

    20. Desligar a máquina diretamente no botão, sem selecionar previamente a opção de desligar o equipamento, estraga o HD: Verdadeiro.
     O HD pode queimar ao ser desligado enquanto ele ainda está lendo ou escrevendo em alguma parte do sistema. Ademais, quando a energia é desligada subitamente, as placas que cobrem o disco (que gira a até 10 mil rotações) descem sobre ele e podem ir riscando até que alcancem a posição de descanso. Ao selecionar a opção ‘Desligar o Computador’, todo o sistema se prepara para repousar e suspende todas as atividades. Cada peça vai ficar em seu devido lugar.


    Vi no Diário neutro

    sexta-feira, 22 de outubro de 2010

    Como iluminar um local sem prejudicar o meio ambiente

     Ultimamente muito tem se falado sobre sustentabilidade. É tanta preocupação com a chamada "energia verde" que a gente acaba até se perdendo com as tantas possibilidades que existem, muitas das quais ainda tão longe de se tornar realidade. Pensando nisso, foi montado um esquema muito interessante para iluminar áreas com uma energia realmente verde e que não causa nenhum dano ao meio ambiente. Veja, abaixo, o esquema em questão, ou clique em "Leia mais" se não conseguir visualizar.