domingo, 2 de janeiro de 2011

Nerdices a Parte Entrevista #3: Guilherme Pfister da Silva


 E aqui estamos nós para mais um Nerdices a Parte Entrevista. Como prometido na semana passada, estamos fazendo uma série de três postagens com as três melhores entrevistas adquiridas com minha pesquisa sobre música de videogame para História da Música I. Semana passada, você teve a oportunidade de conferir a entrevista com o Schneider Ferreira. Semana que vem, você poderá conferir a entrevista com Samuel "MMX" Araújo do Couto. E, hoje, prepare-se para a entrevista com Guilherme Pfister da Silva: um grande músico, um grande gamer, um grande nerd! Confira, abaixo, ou clique em "Leia Mais" se não conseguir visualizar.

Guilherme Pfister da Silva

Que tipo de videogames você joga?
Super Nintendo, Nintendinho, Play Station, Play Station 2... Gosto de jogos de plataforma, como “Castlevania: Symphony of the Night” e “Megaman X 5”, ou então obras de arte em 3D, como “Shadow of the Colossus” e “Onimusha 3”.

Como você vê as músicas dos videogames? 
Que função você atribui a elas?Os jogos que eu acabei de falar, “Castlevania”, “Megaman”, “Shadow of the Colossus” e “Onimusha”, são trilha sonora pura. Sem as músicas certas o jogo se torna tosco. “Saint Seiya” é um jogo tosco, mas que tem uma trilha sonora magnífica, aí dá pra jogar.

Você costuma ouvir música de videogame enquanto não está jogando?
Não só ouvir como tocar.

Então você é músico? 
Sim, sou guitarrista.

Você acha que a música de videogame contribui ou contribuiu em algo para sua formação musical?
(risos) Video game foi o que me fez entrar para a vida musical, então não só contribui, como é meio que a “fonte” dela.

Como foi o início da sua “vida musical”?
Eu gostava de trilhas sonoras de videogames desde sempre, e de alguns animes também. Então peguei uma música do “Street Fighter”, o tema do Ken, um violão e pus-me a aprender.

Cite alguma música de videogame que tenha sido marcante para você e qual o motivo.
“Counter Atack”, do “Shadow of the Colossus”. Essa música mostra algo como uma volta por cima e, sempre que ela toca no jogo, ou mesmo fora dele, eu me arrepio, porque dá aquela sensação de vitória, de que você passou por um bilhão de dificuldades, mas agora conseguiu o que queria.

 
 E assim chegamos ao fim de mais um Nerdices a Parte Entrevista. Meu muito obrigado vai ao Guilherme por ter sido tão atencioso e se disponibilizado com tanto entusiasmo a me atender nesta entrevista. E não se esqueçam: semana que vem tem mais! Aproveite para seguir o blog e não perder esta novidade!


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